Abertura de mercados e retorno da Rússia vão determinar resultados dos suínos

A importação para a Coreia do Sul também deixa o setor de carne suína otimista quanto aos resultados em 2018.
A expectativa de embarcar, já no início deste ano, os primeiros lotes de carne de Santa Catarina para a Coreia do Sul deixa o setor de carne suína otimista quanto aos resultados em 2018. O país asiático não deve comprar volumes significativos em um primeiro momento, mas a abertura de um mercado reconhecidamente exigente para a carne catarinense pode abrir novas portas.

Brasil fecha ano com exportação de carne em alta; receita com bovina cresce 17%
Indústria espera recuperar exportação de carne de frango e suína em 2018
Milho não deve pressionar custo de aves e suínos, diz ABPA
A Rússia, principal comprador do produto brasileiro, também deve retomar a importação. As compras foram suspensas em dezembro, mas depois que o governo brasileiro definiu regras para importação de trigo russo o mercado espera que as relações comerciais se normalizem. Também há uma expectativa de que o Peru comece a comprar carne suína do Brasil. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima exportações 2% a 3% superiores às de 2018. Em 2017, o desempenho estimado é quase estável, com embarque de 3,76 milhões de toneladas, crescimento de 0,7% ante 2016.
A Coreia do Sul, quarto maior importador de carne suína, com 615 mil toneladas em 2016, habilitou, no fim de setembro, três unidades catarinenses - uma planta da Aurora, em Chapecó; uma da BRF, em Campos Novos, e outra da Pamplona Alimentos, em Presidente Getúlio. As vendas dependem da finalização de acordos de certificação sanitária entre a Coreia do Sul e o Ministério da Agricultura brasileiro, o que deve ocorrer, segundo a ABPA, no primeiro trimestre.

A expectativa é de que os sul-coreanos adquiram 30 mil toneladas de carne suína/ano, o que significaria um incremento de 15% nas exportações catarinenses. Santa Catarina obteve o aval do mercado sul-coreano por ser o único Estado brasileiro com o status sanitário de área livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês). De janeiro a novembro de 2017, embarcou 253,8 mil toneladas de carne suína para países como Rússia, Hong Kong, China, Chile e Cingapura.

A Cooperativa Central Aurora Alimentos, uma das principais produtoras de suínos no Estado, também espera os primeiros embarques para a Coreia do Sul no início do ano. O presidente da cooperativa, Mário Lanznaster, evita fazer estimativas sobre o volume de vendas. "A caminhada será longa", resumiu em um comunicado sobre o comércio com o país. Atualmente, os sul-coreanos são abastecidos por Estados Unidos, União Europeia, Chile e Canadá.

Os norte-americanos são os maiores fornecedores, com cerca de 40% das aquisições do país asiático. O presidente da Aurora acrescenta que a carne brasileira terá uma taxação de 20%, enquanto os produtos norte-americano e chileno são isentos. "Vamos iniciar a competição em clara desvantagem, mas, com tempo e persistência, poderemos ampliar a relação de troca, superando essas barreiras e melhorando os termos do acordo comercial."

Quanto à Rússia, a retomada rápida do mercado é crucial. "Se as vendas não ocorrerem até fevereiro, haverá pressão sobre os preços internos", disse o analista sênior do Rabobank, Adolfo Fontes. A Rússia consome 10% da produção brasileira da proteína. A ABPA aposta na dependência dos russos do produto brasileiro para a solução rápida do embargo. "A carne suína produzida aqui deve ser mais demandada por causa da Copa do Mundo na Rússia", enfatiza.
Nam consequat malesuada convallis. Aenean est augue, aliquet quis ultrices et, pretium sed ligula. Vivamus pulvinar lobortis augue, sodales porttitor sem pharetra sit amet. Donec blandit purus sapien, ut placerat turpis placerat at. Morbi id maximus purus. Vestibulum ultrices facilisis magna eu elementum. Fusce ut arcu metus. Donec ligula mauris, pharetra vel mi sed, vestibulum dapibus tortor. Nullam bibendum molestie felis. Mauris bibendum tincidunt iaculis. Nunc eu ipsum nec est ornare lacinia nec in ipsum. Vestibulum dictum sit amet sapien ut commodo. Donec leo est, vulputate ut faucibus et, laoreet ut risus. Aenean commodo massa quis enim pellentesque rhoncus. Aliquam tempor velit quis nisl vestibulum, sit amet efficitur ipsum vestibulum. Cras at quam cursus, blandit tellus at, sodales turpis.


+55 49 3382 - 3600
Contato
Fique a vontade para enviar sua mensagem
Rua A, S/N | Distrito Industrial Pedro Bortoluzzi
Linha São Sebastião | C.P. 114
Xanxerê | SC | 89820-000
(49) 3382-3600
Flávio Soares
Diretor/Presidente
flavio@equitecind.com.br
(49) 98813-9776
Daniel Custodio
Gerente/Administrativo/Financeiro
daniel@equitecind.com.br
(49) 98825-3034
Leandro Coradi
Comercial/Faturamento
comercial@equitecind.com.br
(49) 99120-5735
Alessandro Winckler
Engenharia
engenharia@equitecind.com.br
(49) 3382-3600
Outras regiões do Brasil
49 3382 3600 | 49 98825 3034